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Apresentações

A milestone for the seed-potato market: Canada - Brazil to start the world first commercial export/import of sprout/seed-potato

 

Influências bioclimáticas sobre a produção animal nos trópicos

 

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Fertilizantes: Cálculo de Fórmulas Comerciais

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Grupo Cultivar

 

Agrolink

 

 

 

 

 

  

 

 

Potyvirus em amarílis e lírio-do-Amazonas

A família Amaryllidaceae, anteriormente conhecida como Liliaceae, engloba vários gêneros incluindo Amaryllis, Crinus, Eucharis, Hippeastrum, Hymenocallis e Narcissus, entre outros. Grande parte de seus representantes ocorre nas regiões tropicais e subtropicais. Possuem bulbos, com grande capacidade para o armazenamento de água e nutrientes, que podem ser utilizados em verões secos, quando a planta permanece sem a parte aérea. Na primavera, emergem rapidamente do solo, iniciando seu crescimento mais cedo do que as plantas anuais, evitando deste modo a competição por nutrientes. Além dessa estratégia, as espécies desta família têm o ovário localizado na base de um longo tubo. O posicionamento ínfero dos ovários é uma proteção contra a herbivoria, particularmente nas zonas semiáridas do planeta onde o alimento é mais escasso. Saiba mais...

 

Mosca-dos-estábulos – Em detalhes

Com o aumento dos resíduos orgânicos no meio rural devido à intensificação da produção agropecuária, bem como, a industrialização de determinados produtos, a probabilidade de ocorrência da mosca Stomoxys calcitrans, popularmente conhecida por mosca-dos-estábulos ou por mosca-do-bagaço, cresce no Mato Grosso do Sul. As notícias de surtos eventuais dessa mosca vem sendo relatadas há anos. Os focos são de pequena extensão e duram pouco, ocorrendo próximos a áreas canavieiras ou de confinamento de bovinos, associados ou não às usinas alcooleiras ou sucroalcooleiras. Tais ocorrências, em razão do seu caráter geram não só transtorno para os produtores de gado como uma inquietação. Saiba mais...

 

Sementes crioulas: em busca do reconhecimento dos direitos dos agricultores guardiões

O processo de modernização da agricultura causou mudança significativa na prática dos agricultores de selecionar plantas e conservar suas sementes, levando à perda severa da agrobiodiversidade. A recuperação desta prática, que se reflete também no patrimônio genético e cultural diz respeito à própria preservação da biodiversidade existente no planeta e à coevolução de sistemas agrícolas. Os agricultores familiares e suas entidades representativas são responsáveis pela manutenção de um patrimônio importantíssimo para a humanidade, por meio da conservação das sementes de cultivares crioulas, apesar do grande avanço da agricultura moderna. Assim, a necessidade de recuperá-lo diz respeito à própria preservação da biodiversidade existente no planeta. A Convenção da Diversidade Biológica (CDB), que emergiu durante a ECO 92, no Rio de Janeiro, reconhece, dentre outros, dois pontos importantes em seu texto: a soberania dos países sobre seus recursos genéticos e os direitos dos agricultores (farmers rights). Estes dois pontos estão intimamente ligados e a eles adere a figura do “guardião de sementes”. Saiba mais...

 

A devastação financeira

A mídia social (escrita e falada) tem enfatizado com imenso interesse os desdobramentos dos debates em torno do novo Código Florestal. O regulamento que está sendo posto no papel balizará a forma como ocorrerá a apropriação dos recursos naturais, visando sua transformação em outro tipo de riqueza. A necessidade de construção de pontes1 entre os que defendem maior preservação do patrimônio natural e aqueles que precisam fazer negócios produzindo alimentos, fibras e madeira é o desiderato que, felizmente, a sociedade brasileira caminha para alcançar.   Se para a devastação ambiental, finalmente, se estabelecem limites objetivos e se apontam os caminhos de sua reversão2, ou seja, da recuperação florestal e dos recursos hídricos, o planeta, entretanto, move-se para os extremos de uma Terra Devastada3, capitaneados no “difuso” interesse representado pelas finanças internacionais. Saiba mais...

 

Portaria confirma inclusão do médico-veterinário no Nasf

A partir de agora, qualquer município brasileiro poderá contar com o médico-veterinário entre os profissionais que formam os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (Nasfs). A Portaria nº 2488, do Ministério da Saúde, que autoriza a inclusão do médico-veterinário no Nasf foi publicada no Diário Oficial da União. A nova determinação permitirá que os secretários municipais de saúde incluam o médico-veterinário nos quadros de atuação para a saúde da família. O presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-RS), Rodrigo Lorenzoni, afirma que o médico-veterinário tem conhecimentos sólidos sobre as zoonoses, doenças transmitidas pelos animais aos humanos. Sendo assim é um profissional imprescindível para regiões endêmicas atingidas pela leishmaniose, leptospirose, dengue, raiva, toxoplasmose, entre outras. Saiba mais...

 

Boro para o maracujazeiro em solo de Tabuleiro Costeiro do Estado da Bahia

Nos estados maiores produtores de maracujá do Brasil – Bahia, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro –, o maracujazeiro é cultivado em solos de Tabuleiros Costeiros. No Estado da Bahia planta-se aproximadamente 45% da produção nacional (322.755 toneladas) em 23.227 hectares, cuja produtividade média (13,9 t ha-1) é inferior à nacional. Em 6.845 hectares de solos de Tabuleiros Costeiros do Estado da Bahia são produzidos 76.355 toneladas de maracujá, o que representa 24% da produção do Estado e 29% da área cultivada (IBGE, 2009). Os solos de Tabuleiros Costeiros são altamente intemperizados, com baixos teores de matéria orgânica, baixa capacidade de armazenamento de água e altos teores de ferro e alumínio, favorecendo a deficiência de boro nas plantas de maracujá (BORGES et al., 2010). O boro desempenha importante papel no transporte e metabolismo de carboidratos, facilitando a passagem dos açúcares através das membranas, na forma de complexo açúcar-borato (BASTOS e CARVALHO, 2004). A deficiência de boro inibe ou paralisa o crescimento dos tecidos meristemáticos da parte aérea e das raízes (GUPTA, 1979). Saiba mais...

 

 

Levantamento preliminar das coleções e BAGs conservados in situ, on farm e ex situ na região sudeste do Brasil
O levantamento a que se refere este documento foi iniciado por meio de uma demanda do Ministério do Meio Ambiente - MMA, em 2010, e teve como objetivo a identificação preliminar das necessidades para a execução de um projeto mais efetivo com as instituições envolvidas em ações de conservação in situ, on farm e ex situ de recursos genéticos de plantas, animais e microorganismos, da Região Sudeste do Brasil. Como as atividades de conservação são fundamentais tanto para a preservação da natureza como para a segurança alimentar do planeta, urge executar um levantamento nacional sobre tal trabalho. O termo recursos genéticos, sucessor de germoplasma, foi criado para designar a variabilidade genética das espécies, com atributos especiais que lhe permitam o seu uso no desenvolvimento de cultivares de alto valor agro-econômico, social e ambiental. Atualmente, os recursos genéticos ou germoplasma passaram a ter outro significado, o de reserva estratégica de genes e não apenas de genótipos. Na medida em que se manipulam genes, desaparecem as barreiras genéticas biológicas até então impeditivas do seu fluxo entre indivíduos, ao nível genérico ou específico, o que justifica plenamente a conservação de toda sorte de espécies. Saiba mais...

 

Espécies de Trichoderma: fungos benéficos a serem favorecidos por práticas adequadas de manejo

Micro-organismos são essenciais para a manutenção das funções do solo devido ao seu envolvimento em processos-chave como a formação da estrutura do solo, decomposição da matéria orgânica e ciclagem de nutrientes. Espécies do fungo Trichoderma são decompositoras de madeira e material herbáceo e, com frequência, constituem o maior componente da microflora de vários ecossistemas (pastagem, áreas agrícolas, florestas, desertos). A dominância de Trichoderma nos solos de diferentes habitats pode ser atribuída à sua capacidade metabólica diversa e à natureza competitiva que proporcionam rápida colonização da rizosfera e estabelecimento de populações estáveis, controle da microflora patogênica e competitiva/deletéria e promoção do crescimento de plantas. Saiba mais... 

 

Influência do solo na tipicidade do vinho

A produção de vinhos de qualidade é o resultado da interação de fatores do meio e das atividades humanas. De acordo com Tonietto e Flores (2004), torna-se necessário avaliar as influências dos fatores permanentes (fatores do meio como o clima e o solo) e as atividades humanas ligadas à produção e a transformação dos produtos da videira (seleção de porta-enxertos, variedades produtoras, sistemas de cultivo, tecnologias de vinificação). O clima é determinante no potencial vitícola das regiões. Manifesta sua influência através de seus elementos, como insolação, temperatura, precipitação, dentre outros. A influência direta do solo na qualidade do vinho segue sendo hoje em dia muito discutida. No entanto ocorre um grande esforço no sentido de listar os parâmetros do solo que apresentam efetivamente maior influência. Saiba mais.. 

 

Principais pragas da arborização urbana II: formigas carpinteiras

A maneira de perceber o meio ambiente pelo homem, mesmo o urbano, foi intensamente modificada pelo pensamento ecológico. Durante longo tempo, a árvore foi utilizada isoladamente, como um objeto de adorno meramente estético em detrimento de suas reais necessidades, sendo percebida individualmente e não coletivamente. As florestas urbanas são ecossistemas compostos pela integração entre sistemas naturais e sistemas antropogênicos, definindo-as como a soma de toda a vegetação lenhosa que circunda e envolve os aglomerados urbanos, desde pequenas comunidades a grandes metrópoles. A vegetação urbana é representada por conjuntos arbóreos de diferentes origens e que desempenham diferentes papéis. Os problemas na arborização urbana são muito comuns de serem visualizados e causados, na maioria das vezes, por um manejo inadequado, prejudicial às plantas. Árvores podadas drasticamente e com muitos problemas fitossanitários, como presença de cupins, brocas e fitopatógenos, injúrias físicas como anelamentos, caules ocos e podres, galhos lascados, são alguns dos muitos problemas encontrados em árvores viárias. A correta escolha das espécies para utilização na arborização urbana é de fundamental importância no sentido de se evitar problemas futuros da árvore com o ambiente construído ou vice-versa. Para isso é extremamente importante que seja visualizado o espaço disponível, considerando a presença ou ausência de fiação aérea e de outros equipamentos urbanos, largura da calçada e recuo predial. Saiba mais..

 

Biodiesel, Glicerol e Microorganismos

Fatores econômicos, políticos, sociais e ambientais relacionados à crescente preocupação mundial com uso de combustíveis fósseis impulsionam a pesquisa na busca de fontes alternativas de energia, derivadas de matérias primas renováveis. Nesse cenário, umas das alternativas promissoras para substituir o óleo diesel derivado do petróleo é o biodiesel, um combustível produzido por fontes renováveis de energia, tais como óleos vegetais (soja, dendê, mamona e outros) e gorduras animais. Um dos métodos utilizados para a produção de biodiesel é o da transesterificação de óleos e gorduras. Ele consiste na reação química do óleo ou gordura com um mono-álcool de cadeia curta (metanol ou etanol) na presença de um catalisador (ácido ou básico), levando a formação de mono-ésteres (biodiesel) e glicerina (glicerol bruto) (Ma & Hanna, 1999). A proporção entre esses dois produtos é de cerca de 10% de glicerina em relação ao total do biodiesel produzido. Saiba mais..

 

O dilema entre crescimento econômico e desenvolvimento sustentável: novos paradigmas para o estudo dos agroecossistemas

Durante as décadas de 1960 e 1970, a agricultura brasileira passou por uma intensa transformação no processo que ficou conhecido como modernização ou Revolução Verde. Este consistiu na incorporação à agricultura, por meio do apoio estatal, de práticas  industrializadas de produção, integrando cada vez mais a agricultura com o sistema urbano-industrial. Com isso, forçou a agricultura a transferir renda e estimular o desenvolvimento dos centros urbanos e industrial do país, através da venda de matérias-primas a preços baixos, da compra de insumos e, principalmente, da liberação de mão de obra excedente dos campos, também conhecida como êxodo rural. No processo houve um aumento da produção de commodities agrícolas e consequentemente do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Porém este crescimento econômico trouxe consigo a aceleração do esgotamento dos recursos naturais e começou a gerar problemas sociais importantes que acabaram por mostrar que esta formamoderna de produção não poderia ser o padrão de desenvolvimento sustentável para o país. Saiba mais..

 

Construção e Testes de Fogões Solares Para as Comunidades Carentes do Semi-árido Nordestino

A discussão na comunidade científica sobre os males que a ação antrópica provoca sobre o meio ambiente anda bastante avançada. Já foi bastante discutida a reação adversa dos compostos de CFC, provocando o buraco da camada de Ozônio, bem como o estudo frente a compostos de enxofre, provocando a chuva ácida. Atualmente, ganha força a investigação do aumento da emissão contínua de dióxido de carbono e metano na atmosfera, estimulando ainda mais o efeito estufa, ocasionando um aquecimento em nível global. Neste último ponto, as pesquisas referentes a emissão de gases do efeito estufa (GEE) decorrido das atividades industriais e mesmo queimadas são bastante conhecidas. A citar em nosso país o conhecimento desde 1994 que as queimadas e/ou desmatamento da floresta Amazônica, que corresponde por cerca de 75% da emissão de dióxido de carbono, representando em massa 776 gigatoneladas anuais desse gás (Informe Ambiental, 2007). Saiba mais...

 

Desafios para o armazenamento de sementes recalcitrantes

Diferentemente das sementes ortodóxas, que compreendem a maior parte das espécies cultivadas, as sementes recalcitrantes não sofrem redução do teor de água na planta-mãe no final do período de maturação, sendo geralmente dispersas com elevados graus de umidade, não ocorrendo transição evidente entre o final da maturação e o início do processo de germinação. A ocorrência de espécies vegetais que produzem sementes recalcitrantes é observada tanto nas angiospermas como nas gimnospermas, sendo frequente em espécies de habitats tropicais aquáticos e semiaquáticos, nos quais o estabelecimento das plântulas pode ser contínuo ao longo do ano. Espécies de importância econômica cujas sementes apresentam comportamento recalcitrante incluem o cacau (Theobroma cacao L.), ingá (Inga spp.), dendê (Elaeis guineensis Jacq.), pinheiro-do-paraná [Araucaria angustifolia (Bertol.) Kuntze], abacate (Persea americana Mill.), pitanga (Eugenia uniflora L.), jabuticaba (Myrciaria spp.), macadâmia (Macadamia integrifolia Maiden & Betche), guaraná (Paullinia cupana Mart.), manga (Mangifera indica L.), nêspera (Eriobotrya japonica Lindl.), seringueira (Hevea brasiliensis Muell. Arg.), açaí (Euterpe oleracea Mart.), jaqueira (Artocarpus heterophyllus Lam.), mangaba (Hancornia speciosa Gom.), pupunha (Bactris gasipaes Kunth.), jenipapo (Genipa americana L.), entre outras. Saiba mais... 

 

Antracnose associada às fruteiras
Todas as fruteiras estão sujeitas ao ataque de fungos, tanto na fase de produção como na de pós-colheita. O consumidor muitas vezes observa que suas frutas apresentam manchas escuras, necrose, podridões que, com o tempo, causam sua deterioração, tornando-as impróprias para o consumo ou, às vezes, não interferem no seu interior e nem no sabor, mas causam má aparência, levando ao descarte. O período entre colheita e o consumo das frutas frescas é altamente favorável ao ataque de fungos. Alta umidade e temperatura, bem como condições inadequadas de transporte, armazenamento e manuseio, podem danificar a casca propiciando a penetração de fungos e o desenvolvimento de podridões. A grande maioria das doenças que surgem em pós-colheita tem a sua origem nos campos de produção e, em alguns casos, causam problemas apenas muito tempo depois, quando as frutas chegam à mesa do consumidor. Saiba mais... 

 

Potencial do uso da parte aérea da mandioca na alimentação de tilápias

 A ração é um dos itens mais representativos para determinação do custo total de produção na piscicultura. Com os sucessivos aumentos dos alimentos convencionais utilizados para a fabricação de ração para peixes, subprodutos e coprodutos da agroindústria podem ser uma alternativa para diminuir o preço deste insumo.No entanto, para que o alimento alternativo apresente potencial de utilização é necessário que apresente baixo custo, volume de produção, disponibilidade regional, e que não prejudique o desempenho do animal. Nesse último caso é recomendável o amplo conhecimento das características nutricionais, aproveitamento de nutrientes e outros fatores presentes no alimento que possam interferir no desempenho animal. Saiba mais... 

 

Plantas carnívoras - verdades e mitos

Plantas carnívoras ou insetívoras são vegetais que, mesmo tendo clorofila e fazendo fotossíntese, desenvolveram adaptações para complementarem a sua nutrição, pois vivem em solos pobres em fosfatos e nitratos. Essas adaptações são folhas modificadas em forma de armadilhas de diversos formatos que são capazes de capturar, prender, digerir por meio de enzimase finalmente absorver nutrientes das presas capturadas. Atualmente, são conhecidas aproximadamente 700 espécies, distribuídas principalmente em áreas de clima tropical e subtropical. As principais espécies cultivadas pertencem aos gêneros Drosera, que tem pelos no tecido foliar que produzem mucilagem que “cola” a presa à planta. Saiba mais... 

 

Fermentar a massa

O ciclo econômico é um fenômeno reconhecido e estudado por economistas e cientistas sociais já há algumas décadas. Entretanto, poucos são aqueles que conhecem a origem dessa teoria. Foi por meio do acompanhamento sistemático dos preços do café que a hipótese dos ciclos econômicos foi formulada. Na virada do século retrasado o brilhante economista Joseph Schumpeter percebeu sua existência analisando estatísticas das importações de café pela Áustria.  Depois dessa constatação o fenômeno dos ciclos jamais deixou de participar da teoria econômica. A segunda metade dos anos 90 foi de grande exuberância para as cotações do café, com pico atingido em 1997. A partir de 1999 começa um ciclo de baixas cotações que mergulhou até o ponto mais baixo em meados de 2002. A valorização cambial do real estabeleceu preços recebidos pelos cafeicultores acentuadamente baixos que, em muitos casos, sequer cobria a tarefa de colheita do produto. Em menos de uma década tivemos mais uma repetição do fenômeno do ciclo. Saiba mais... 

 

Estudo da utilização do fogão solar tipo caixa a partir da substituição da lenha na matriz energética brasileira

A discussão na comunidade científica sobre os males que a ação antrópica provoca sobre o meio ambiente anda bastante avançada. Já foi bastante discutida a reação adversa dos compostos de CFC, provocando o buraco da camada de Ozônio, bem como o estudo frente a compostos de enxofre, provocando a chuva ácida. Atualmente, ganha força a investigação do aumento da emissão contínua de dióxido de carbono e metano na atmosfera, estimulando ainda mais o efeito estufa, ocasionando um aquecimento em nível global. Neste último ponto, as pesquisas referentes a emissão de gases do efeito estufa(GEE) decorrido das atividades industriais e mesmo queimadas são bastante  conhecidas. Saiba mais... 

 

Quantos quilos de pêssego são necessários para pagar o custo de produção?

O custo de produção é a soma de todos os insumos e serviços utilizados de forma econômica no processo produtivo, a fim de obter determinada quantidade de produto com o mínimo dispêndio. Para os produtores, o conhecimento dos custos permite verificar o valor dos recursos empregados por unidade produzida e compará-lo com o preço dos produtos. A partir desta relação, é possível avaliar a rentabilidade do cultivo e, por consequência, a viabilidade econômica do produtor. A maioria dos insumos utilizados na agricultura e na produção de pêssego é importada e, dependendo da posição cambial no momento da compra, pode impactar positiva ou negativamente o custo final de produção. A relação US$/R$ que define a taxa de câmbio, no fim de julho de 2011 alcançou o menor valor, desde o ano de 1999, ocasião em que foi negociada a R$ 1,53. Neste período os produtores incorporaram no setor produtivo os insumos adquiridos no início do ano. Saiba mais... 

 

Tecnologia de feromônios para controle biológico de pragas ao mercado

Os feromônios são os mais importantes elementos da comunicação entre os insetos.  São substâncias químicas de cheiro peculiar, presentes em cada espécie, que atuam como meios de comunicação.  Na natureza, os feromônios são responsáveis pela atração de indivíduos da mesma espécie para acasalamento, demarcação de território e outros tipos de comportamento. Os cientistas reproduzem, em laboratório, as condições observadas na  natureza para monitorar o comportamento dos insetos-praga e interromper a sua reprodução. O Laboratório de Bioecologia e Semioquímicos da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia desenvolve estudos com os semioquímicos (feromônios e cairomônios) das diferentes espécies de percevejos da soja desde 1990 para controle e monitoramento de percevejos que atuam como pragas na cultura da soja no Brasil. Saiba mais...

 

A propagação da aceroleira na Alta Paulista
A produção de frutas representa uma grande força para a economia do Brasil, sendo a Região da Alta Paulista em São Paulo uma das principais regiões produtoras de acerola. Nesta região, o cultivo desta frutífera é utilizado como opção na busca da diversificação das atividades econômicas inseridas dentro da porteira. Visto que as propriedades de forma geral são caracterizadas como pequenas e médias, cuja principal mão-de-obra é familiar. Caracterizada como cultura perene, a grande importância da aceroleira refere-se ao fator nutricional dos frutos, que contém altos teores de vitamina C (ácido ascórbico), o que fez da acerola uma fruta altamente requisitada no mercado mundial para o preparo de sucos e no consumo "in natura" (PIO, 2003). Saiba mais...

Microrganismos: agentes de transformação de biomassa em insumos energéticos

O processo de transformação de biomassa em alguma forma de energia apresenta etapas que envolvem a ação de microrganismos de forma direta ou indireta. O objetivo aqui é ressaltar a importância que esses microrganismos representam dentro de cada etapa, além de relatar de forma simples e objetiva os princípios dos processos bioquímicos envolvidos. A produção de etanol de primeira geração pode ser realizada por duas rotas tecnológicas, utilizando matérias-primas açucaradas ou amiláceas. Entre as matérias-primas açucaradas temos a cana de açúcar, a beterraba açucareira, sorgo sacarino e a mandioca açucarada, onde após a obtenção do caldo rico em açúcares obtêm-se o etanol por meio da fermentação que é realizada por leveduras denominadas Saccharomyces cerevisiae. Saiba mais...

Cursos e Treinamentos

 

Curso de Certificação Orgânica
03 a 04 de abril de 2012

 

Curso Séries Temporais
02 a 03 de abril de 2012

 

Curso Teórico e Prático: Geoestatistica Aplicada à Cana-de-Açúcar

09 e 10 de abril de 2012

 

Curso de produção de mudas de alta qualidade
12 e 13 de abril de 2012

 

II Curso Teórico Prático de Interpretação de Análise de Solo e recomendação de fertilizantes e corretivos em cana-de-açúcar
08 e 09 de maio de 2012

 

Curso Teórico-prático de tratamento e uso de resíduos orgânicos em solos agrícolas
10 e 11 de maio de 2012

 

Curso de germinação de sementes de palmeira
12 e 13 de abril de 2012

 

Curso de Manejo de Recursos Fitogenéticos
21 e 22 de maio de 2012

 

Curso teórico prático de classificação de solos
26 e 27 de abril de 2012

 

Curso de implantação e condução de cultivo orgânico

07 e 08 de maio de 2012

 

XII Curso sobre Manejo de Nutrientes em Cultivo Protegido
23 a 27 de abril de 2012

 

Curso de atualização em hormônios e biorreguladores vegetais na agricultura
28 a 30 de março de 2012

 

III Curso de Bem Estar de Bovinos, Aves e Suínos
03 e 04 de abril de 2012

 

Eventos

Científicos

 

XXIII Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos

01 a 04 de maio de 2012

 

XXXV Congresso Paulista de Fitopatologia
14 a 16 de fevereiro de 2012

 

VI Workshop Agroeneria: matérias primas
27 e 28 de junho de 2012

 

SIMCOPE - Simpósio de Controle da Qualidade do Pescado
19 a 21 de junho de 2012

 

 

Cursos on-line

 

Agricultura Orgânica

 

Introdução ao Manejo de Recursos Fitogenéticos

 

Elaboração de Mapas Usando o Surfer 8

 

Geoestatística Básico 

CTNBio aprova feijão transgênico desenvolvido pela Embrapa

A CTNBio - Comissão Técnica Nacional de Biossegurança aprovou em 15 de setembro durante sua reunião mensal em Brasília, DF, a liberação para cultivo comercial do feijão geneticamente modificado (GM) desenvolvido pela Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Foram 15 votos a favor, duas abstenções e cinco pedidos de diligência (necessidade de complementação). O feijão é resistente ao vírus do mosaico dourado, pior inimigo dessa cultura agrícola no Brasil e na América do Sul. Essa decisão foi um marco para a ciência nacional, pois trata-se da primeira planta transgênica totalmente produzida por instituições públicas de pesquisa brasileiras. As variedades GM são resultados de mais de 10 anos de pesquisa e foram desenvolvidas em parceria por duas unidades da Embrapa: Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília, DF) e Arroz e Feijão (Goiânia, GO). Saiba mais...

 

Pré-melhoramento: elo entre recursos genéticos e programas de melhoramento de plantas

A FAO, Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, publicou em outubro de 2010, o seu segundo relatório sobre a situação mundial dos recursos genéticos vegetais relatando a existência de aproximadamente 1700 bancos de germoplasma, os quais mantém conservados em torno de 7,4 milhões de acessos. Apesar desse número, nas últimas décadas, cientistas têm manifestado que as coleções conservadas têm sido escassamente utilizadas pelos programas de melhoramento genético de plantas. Ressalta-se que essa não é uma realidade limitada a alguns países, mas comum ao mundo. Entre as razões levantadas como causas dessa situação, podemos destacar a inadequada avaliação e documentação das coleções, acessos disponíveis apresentando limitada adaptação ambiental, acessos fontes de genes de interesse que apresentam difícil cruzamento com genótipos já melhorados, acessos com muitas características indesejáveis agronomicamente, quantidade insuficiente de sementes disponíveis para uso nas avaliações necessárias, informações disponíveis sobre os acessos não coincidente com a esperada pelos melhoristas, Saiba mais...

Importância do monitoramento sorológico na avicultura

Na avicultura, o controle das enfermidades é feito através do uso correto de medidas sanitárias e programas de imunoprofilaxia cuidadosamente elaborados, que visam prevenir a instalação de doenças nos plantéis. A sorologia é uma metodologia laboratorial que visa o estudo e a mensuração das reações antígeno-anticorpo através do soro, após a exposição do hospedeiro a um determinado agente estranho, ou seja, a sorologia mede uma resposta específica do organismo frente a um antígeno específico. Consiste em detectar e quantificar a presença de anticorpos para um determinado agente. A detecção de anticorpos é a melhor opção para diagnosticar uma infecção, uma vez que o agente infeccioso tende a ser eliminado com a evolução do quadro. Apenas anticorpos permanecem e servem como prova de que a infecção ocorreu. Logo, podemos dizer que a sorologia representa um método indireto para o diagnóstico de infecções. Saiba mais...

 

Uso racional de adubos pode melhorar a qualidade nutricional dos alimentos

Os hábitos para obtenção de alimentos começaram a mudar há mais ou menos dez mil anos, quando o homem passou de caçador-colhedor para produtor de alimentos – iniciavam-se a agricultura e a domesticação de animais, que abriram caminho para grandes mudanças na civilização humana. Hoje em dia, além do desenvolvimento e da transferência de tecnologias que focam o estímulo do crescimento sustentável da agropecuária e de todo o agronegócio, com aumentos contínuos de produtividade, é importante levar em conta a qualidade nutricional dos alimentos que vão do campo para a mesa do consumidor. A qualidade do produto colhido depende do propósito a que se destina: se é para alimentação animal ou humana; uso industrial, como é o caso da mandioca para produção de amido; e diversos outros fatores, tais como teores de proteína, minerais, óleo etc. A maior parte das substâncias ligadas à qualidade nutricional dos alimentos é fixada geneticamente, mas fatores externos podem influenciar a sua presença nos vegetais, como, por exemplo, o manejo do solo, incluindo a adubação. Saiba mais... 

 

Carambolas Lógicas
No país das jabuticabas, ninguém presta atenção nas carambolas. Eis um caso perverso da burra unanimidade. A jabuticaba (árvore e fruto), cantadíssima em verso e prosa, alcançou notoriedade pelo exotismo, singularidade e exclusividade das terras tupiniquins. A carambola, embora reúna todas as características para ser ainda mais esquisita (fruto ovóide que em seção transversal tem formato de estrela), permanece relegada. Curiosamente, o contrário dessa evidência acontece quando consideramos o sentido figurado de “carambola”: tramóia, trapaça, trambique... Nisso o Brasil é imbatível, pois somos, verdadeiramente, o país das interruptas carambolas públicas e privadas. Investigar os motivos mais profundos para um fenômeno recente da balança comercial do agronegócio café é a proposta deste artigo. Saiba mais...

 

Estudo integrado de energias alternativas para aproveitamento de biomassa regional e energia solar do nordeste

O suprimento de energia tem sido um dos grandes problemas enfrentados pelas populações rurais, em especial de baixa renda. Cada vez mais as fontes alternativas de energia estão se destacando em substituição das energias derivadas do petróleo. Atualmente, cerca de 5% de toda a energia produzida no planeta é de fonte renovável e estima-se que em 2060, quando a população do planeta deverá ser de 12 bilhões de pessoas, 70% de toda a energia produzida será renovável. Em geral, salvo algumas exceções, elas são energias “limpas”, isto é, que não produzem poluição e nem se esgotam e, pelo contrário, reciclam resíduos de alto poder energético. A abundância das fontes de biomassa disponíveis no Brasil, a vasta gama de processos de transformação utilizados para sua valorização e a diversidade de energéticos obtidos para uso pelo consumidor final levaram o país a desenvolver um amplo espectro de atividades no campo da biomassa. O Brasil dispõe de condições climáticas favoráveis para explorar a imensa energia derivada dos resíduos orgânicos e liberar o biogás e fertilizantes. Saiba mais...

 

Paralelo 30: futuro eixo para produção de etanol no RS?
Por meio da Portaria 332, publicada em dezembro de 2009, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento colocou o estado do Rio Grande do Sul na rota da expansão do cultivo de cana-de-açúcar para aumento da produção de etanol no país. As principais regiões beneficiadas com esta medida estão situadas nas porções noroeste, oeste e nas proximidades do paralelo trinta (mais precisamente nos vales do Rio Uruguai, e na Depressão Central formada pelas bacias dos Rios Ibicuí e Baixo Jacuí), contemplando aproximadamente 250 municípios. O reconhecimento de antigos zoneamentos agroclimáticos produzidos pela Embrapa e o mais recente zoneamento agroecológico demonstram a viabilidade econômica de produção de cana-de-açúcar, independente da condição mais fria do inverno gaúcho, argumento frequentemente utilizado (por interesses diversos) para desestimular iniciativas de avanço do setor canavieiro no estado. Resultado direto desta primeira ação governamental é a possibilidade de acesso a políticas públicas de uso de crédito rural e de seguro agrícola. Saiba mais...

 

Comportamento da balança comercial dos agronegócios paulista e brasileiro no período 1997-2010

Nos últimos anos da década de 1990 as exportações dos agronegócios paulistas diminuíram lentamente, passando de US$ 6,36 bilhões em 1997, para US$ 5,46 bilhões em 2000. A partir de então passaram a exibir nítida tendência de crescimento, terminando essa fase em 2008 com US$ 16,99 bilhões. Em 2009 há reversão do crescimento contínuo recuando para US$ 15,98 bilhões. Em 2010, há novo crescimento alcançando US$ 20,20 bilhões. As importações dos agronegócios paulistas caíram durante os seis primeiros anos da série analisada, de US$ 5,59 bilhões em 1997, para US$ 3,02 bilhões em 2002. Em 2003 iniciou-se fase de crescimento, terminando esse ciclo em 2008 com US$ 7,78 bilhões. Em 2009, as aquisições externas setoriais paulistas recuam para US$ 6,30 bilhões. Em 2010, retoma-se o crescimento das aquisições externas atingindo US$ 8,06 bilhões. Saiba mais...

 

Casca d'anta: espécie com potencial medicinal

A Drimys brasiliensis Miers. conhecida como casca d’anta ou cataia é uma espécie de planta nativa da floresta Ombrófila Mista da Mata Atlântica e pertencente a família  Winteraceae. A espécie está presente em vários estados do Brasil principalmente na região sudeste e sul nas florestas de montanha. A casta d’anta serve para diversos fins como obtenção de madeira, uso em paisagismo, e medicinal. Na medicina popular emprega-se  infusões da casca, para tratar diversos males, como úlcera, câncer, dores em geral, problemas respiratórios e malaria. A casca das espécies Drimys também conhecida como “casca de Winter” foi descoberta casualmente pelo capitão Winter, um dos tenentes do navegador Sir Francis Drake que foi obrigado a refugiar-se no Estreito de Magalhães para tratar sua tripulação de escorbuto. O nome popular dado a esta espécie está relacionado ao uso das cascas da árvore pelas antas (Tapirus americanus) quando estão doentes e daí foi atribuído o nome popular, sendo este mais um fato que torna interessante o estudo desta espécie como complemento no cuidado de animais de produção e de companhia.   Saiba mais..

 

Prevenção  de  corrosão em caldeiras
Caldeiras são equipamentos destinados a gerar vapor e basicamente são divididas em dois tipos: fogotubulares e aguatubulares. Nas Primeiras os gases da combustão circulam dentro dos tubos e a água é aquecida e posteriormente vaporizada, no lado externo das tubulações. Nas Segundas a água circula dentre dos tubos, inseridos entre tubulações, e os gases, provenientes do combustível queimado numa fornalha, circulam na parte externa dos tubos. As caldeiras fogotubulares são equipamentos simples, trabalhando com pressões e taxas de vaporização limitadas e se destinam a pequenas produções de vapor. As caldeiras aquatubulares trabalham em todas as faixas de pressões, variando entre muito baixa pressão e pressões supercríticas. O volume de vapor gerado é ilimitado, produzindo-se a cada ano Caldeiras de capacidades cada vez maiores. As caldeiras aquatubulares não são equipamentos simples como as fogotubulares e trabalham com diferentes acessórios. Saiba mais..

 

Estudo das rotas tecnológicas para produção de biogás

Por biomassa entende-se toda a matéria de origem de vegetal, seja ela a floresta nativa ou plantada, as culturas agrícolas e seus resíduos, como bagaço de cana, casca de arroz ou de café, galhos de árvores, óleos vegetais, ou de espécies plantadas, além do lixo urbano e do esterco de animais. O Brasil é um país naturalmente rico em biomassa. Os processos de transformação desses recursos em energia, combustíveis e produtos como alimentos e materiais são inúmeros. A pirólise, também chamada de carbonização, pertence a um grupo de processos denominado: Conversão Termoquímica (Destilação Destrutiva). O processo pode produzir energia e produtos sólidos (Carvão vegetal), líquidos (Bioóleo ou Alcatrão) e gases (Gases Pobres). A biomassa é, portanto,  toda matéria viva presente em um lugar, um combustível fóssil de origem biológica, onde através dele, é possível produzir a chamada energia renovável. O termo biomassa cobre uma extensa categoria de materiais, incluindo:- Madeira; - Resíduos de vegetais;; - Resíduos de origem animal; - Resíduos industriais; - Resíduos sólidos urbanos. Os estudos sobre biomassa revelam que, atualmente um sétimo da energia mundial está sendo obtida por esse processo, e venha a ter cada vez mais importância no contexto energético global. Através da sua transformação, pode-se produzir biocombustíveis líquidos ou gasosos por sua queima direta. Saiba mais..

 

A importância da piscicultura e algumas doenças virais e bacterianas písceas

A criação de peixes e de outros animais aquáticos é uma prática antiga que se acredita datar de pelo menos 4.000 anos porquanto há referências de criatórios na China pré-feudal. Há, também, referências a viveiros de peixes nos hieróglifos do Antigo Testamento e no Egito durante o Médio Império (2050-1652 AC). Os criatórios romanos de peixes eram comuns na Europa e um estudo recente na Amazônia boliviana revelou uma complexa rede de açudes de peixes, que data da época pré-hispânica. Apesar das suas origens antigas, no entanto, a aquicultura permaneceu, em grande parte, como um meio de subsistência de baixo nível em relação às outras atividades agrícolas, até meados do século 20, quando as práticas de criação e manejo experimental de salmão, truta, vários peixes tropicais e espécies de camarão foram desenvolvidas e implantadas. A aquicultura é hoje uma importante indústria global com produção anual total superior a 50 milhões de toneladas e valor estimado de quase 80 bilhões de dólares EUA. Ao contrário de outros setores da produção animal, a aquicultura é altamente dinâmica e caracterizada pela enorme diversidade, tanto da gama de espécies cultivadas como dos tipos de sistemas para o cultivo. Mais de 350 espécies diferentes de animais aquáticos são cultivados, incluindo 34 espécies de peixes, 8 espécies de crustáceos e 12 espécies de moluscos e cada um com uma produção anual superior a 100 mil toneladas. Saiba mais... 

 

Evolução do desempenho do comércio exterior paulista e brasileiro no período 1997-2010

As exportações paulistas avançaram no período 1997-2009, de US$ 18,09 bilhões para US$ 42,48 bilhões. Esse movimento se deu em três fases, a primeira com ritmo reduzido, no decorrer dos seis primeiros anos analisados (1997-2002) quando evoluíram de US$18,09 bilhões para US$ 20,11 bilhões. Na segunda fase, as exportações paulistas obtiveram crescimento significativo saindo de US$ 20,11 bilhões em 2002 para atingir US$ 57,33 bilhões em 2008. Em 2009, os impactos da crise econômica mundial produziram queda nas exportações atingindo US$ 42,46 bilhões. A superação da mesma promoveu o aumento para US$ 52,29 bilhões em 2010. Nas importações paulistas houve oscilações entre os anos de 1997 e 2002, com leve tendência de queda, saindo de US$ 28,53 bilhões para US$ 19,84 bilhões. Porém, após esse período c ocorre acréscimo, avançando em ritmo acelerado para atingir US$ 66,35 bilhões em 2008. Com a crise internacional da metade de 2008 em diante, a desvalorização da moeda brasileira ocorrida num primeiro momento cujos efeitos perduraram em grande parte de 2009, provocou a redução das aquisições externas que somaram US$ 50,48 bilhões. A volta da valorização cambial elevou as aquisições externas para US$ 67,77 bilhões em 2010. Saiba mais... 

Adubação antecipada da soja em plantio direto requer observação de alguns critérios

A antecipação da adubação da soja tem sido adotada pelos agricultores em áreas cultivadas em plantio direto. Apesar da época de semeadura estabelecida pelo zoneamento agroclimático para essa leguminosa ser relativamente ampla, com essa forma alternativa de fertilização procura-se aproveitar ao máximo o período em que o solo apresenta condições favoráveis de umidade para a realização da semeadura. Além disso, consegue-se aumentar o rendimento operacional da semeadora pela ausência da necessidade de abastecimento com fertilizante, sobretudo quando este é ensacado. Contudo, a prática da adubação antecipada deve ser efetuada de forma bastante criteriosa, sob o risco de haver a indução de problemas diversos, que podem resultar em frustrações de safra e em impactos ambientais. Um dos principais critérios a serem observados refere-se à necessidade de que o solo apresente elevada fertilidade, uma vez que áreas cultivadas em plantio direto com baixa a média disponibilidade de fósforo e/ou potássio, apresentam maior produtividade de soja quando a adubação é feita no sulco de semeadura. Saiba mais...

 

Monarcas & Falenas
Os lepidópteros são pragas bem conhecidas pelos agricultores. Entre os cafeicultores a Leucoptera coffeella  (bicho mineiro) é a mariposa que mais dilapida as colheitas brasileiras de norte a sul. Assim, ter os lepidópteros como título do artigo de conjuntura do mercado de café algo perfeitamente plausível. Monarcas empreendem anualmente uma grande migração por todo o território estadunidense alcançando, no inverno, as florestas tropicais do México. Ao início da primavera voltam a migrar para os EUA e reproduzir o ciclo natural dessa espécie. Para aqueles que não conhecem o assunto vale conferir o documentário: http://www.youtube.com/watch?v=fjkTEzj7-V8. Mas desde seu último deslocamento iniciado em outubro de 2010 até seu retorno a partir de março de 2011, as Monarcas encontraram um pais totalmente transformado, quase irreconhecível. Saiba mais...

 

Taxonomia integrativa de nematoides parasitos de plantas

Os nematoides são considerados um dos organismos mais difíceis de serem identificados, seja pelo tamanho diminuto ou dificuldade de observação de características-chave para o diagnóstico em microscopia de luz convencional. As diferenças morfológicas e morfométricas são relativamente pequenas e exigem considerável conhecimento em taxonomia para uma segura determinação das espécies. Ademais, infelizmente, existe uma carência muito grande de nematologistas com treinamento em taxonomia, primeiramente devido à diminuição no número de profissionais qualificados disponíveis no mercado ou pelo declinado interesse de jovens estudantes em se aprofundar nessa área de conhecimento. Por outro lado, observa-se um esforço crescente direcionado no desenvolvimento de diagnósticos baseados em técnicas moleculares para identificação de nematoides, que vêm sendo empregadas como alternativa à tradicional identificação morfológica. Saiba mais...

 

Agropecuarista sequestra ... Carbono:  novo código florestal em São Paulo aumenta a vegetação nativa sem anistia a desmatadores
A agricultura é o único setor em São Paulo com saldos comerciais positivos no comércio exterior (US$ 12,13 bilhões em 2010), sem ela o déficit comercial seria maior que os US$ 15,48 bilhões de 2010. E a agricultura está em todos os municípios. Daí ser estratégica para a economia paulista. E não há mais fronteira agropecuária a ocupar no território paulista de lavouras e criações ocupando espaços produtivos consolidados a mais de quatro décadas, cuja dinâmica de aumento da produção associa-se a ganhos de produtividade, à intensificação do uso do solo (mais de uma colheita na mesma gleba) e à alterações na composição de culturas. Daí a relevância das políticas e das legislações de uso do solo. A agricultura paulista é uma das mais eficientes do mundo e um setor estratégico para o desenvolvimento estadual e nacional. Inclusive não está associada à multiplicação  de pura e simples expansão de produtos primários, tendo em vista que mais de 80% das exportações da agricultura paulista consiste em produtos processados, diferenciando-se das demais regiões brasileiras de agropecuária primário-exportadora, uma vez que mais da metade das vendas externas referem-se a produtos básicos. Com dinâmicas econômicas tão distintas, não fazem mais sentido postulações que não levem em conta os elementos imanentes das territorialidades específicas. Saiba mais...

 

Matéria orgânica de solo: agente determinante da eficiência de fertilizantes nitrogenados

É sabido que o carbono orgânico (CO) no solo é um indicador chave da fertilidade de um solo agrícola. Indiretamente, o teor da matéria orgânica do solo (MOS) contendo aproximadamente 58 % do CO do solo é também utilizado como indicador de fertilidade e de maior divulgação em análise de solo com finalidade de recomendação de adubação. De fato é considerado também indicador da qualidade do solo, na medida em que sustenta a produtividade biológica, mantem a qualidade ambiental e promove a saúde de plantas e animais. A MOS afeta as características físicas (retenção de umidade, arejamento, infiltração de água, penetração radicular entre outros), químicas (aumento na capacidade de retenção de nutrientes e sua disponibilidade, especialmente o nitrogênio (N) e diminuição da toxidez de Al), e biológicas (quantidade e qualidade da biomassa microbiana do solo). Nada melhor que a modo de exemplo efetuar-se um comparativo entre dois solos com diferente teor de MOS para entender-se porque é determinante da eficiência de recuperação do N-fertilizante na planta. Saiba mais... 

 

Fundamentos da combustão de biomassa em  leito  fluidizado circulante
A história da fluidização teve seu início com a demonstração do processo de gaseificação  em leito fluidizado em 1921 por Fritz Winkler da Alemanha. Desde então, a tecnologia da fluidização tem sido utilizada de forma crescente nos mais diferentes processos envolvendo sólidos particulados. Dentre esses processos destaca-se a combustão, gaseificação, secagem, recobrimento de partículas, aquecimento e resfriamento de partículas, craqueamento do petróleo e diversas reações de síntese (BASU, 2006). Essa observação, juntamente com relatos de outros pesquisadores levou ao aparecimento e desenvolvimento do leito fluidizado borbulhante (LFB) ou bubbling fluidized bed (BFB) para combustão e gaseificação. O primeiro combustor LFB possuía 12m2 de seção transversal muito maior que os padrões de combustores com leito borbulhante atuais. O leito fluidizado circulante (LFC) ou circulating fluidized bed (CFB) teve seu início em 1938 quando Warren Lewis e Edwing Gilliland conceberam um novo processo gás-sólido no Massachusetts Intitute of Technology na tentativa de encontrarem processo apropriado para o craqueamento catalítico. Surgiu assim o leito fluidizado rápido ou fast fluidized bed (FFB). Saiba mais... 

 

Contribuições da Química ao Desenvolvimento Científico e Econômico

No Brasil, mesmo antes da criação oficial da profissão, grandes esforços já eram realizados no sentido de destacar a importância das ciências químicas e de demonstrar sua contribuição para a sociedade. Neste sentido, cabe destacar: a criação da primeira Sociedade Brasileira de Química (Rio de Janeiro, 1922 – 1951), de caráter multidisciplinar e contanto com a mobilização de setores do ensino e da indústria, para a divulgação de trabalhos técnico-científicos nacionais e internacionais e para a implantação de cursos universitários de química; a criação da Associação Brasileira de Química (Rio de Janeiro, 1951 – atual), com a incorporação da primeira Sociedade Brasileira de Química e com uma atividade destacada na organização de eventos e na promoção da química acadêmica e industrial; a criação da segunda Sociedade Brasileira de Química (São Paulo, 1977 – atual) para expandir e promover a química brasileira, com grandes esforços voltados para o lançamento de publicações científicas de impacto e indexadas nas fontes internacionais de citação e referência. Saiba mais...

Parceria entre Embrapa Clima Temperado e Faculdade de Medicina Veterinária da UFPel obtém os primeiros embriões suínos viáveis pelo sistema de produção in vitro
As tecnologias de reprodução assistida possuem papel preponderante nos programas de multiplicação e preservação de material genético. Com o sistema de produção in vitro de embriões é possível obter um grande número de descendentes de um determinado animal. Em suínos a tecnologia visa a preservação de raças em perigo de extinção e também a obtenção de material para utilização em técnicas como a clonagem, transgenia e estudos de xenotransplantes.  A raça Moura foi introduzida no Brasil pelos imigrantes portugueses e caracteriza-se por sua alta rusticidade e baixo nível de contaminação genética. Atualmente existe na Unidade da Embrapa Suínos e Aves (Concórdia, SC) um núcleo de criação. Entretanto, em função do número reduzido, estes animais ainda são susceptíveis à extinção pelo advento de epidemias ou pelo simples efeito da consanguinidade. Saiba mais..

 

Silagem mista de amoreira com cana-de-açúcar ou capim-guaçu

Diante dos elevados custos com suplementação protéica dos ruminantes torna-se prioritário estudar alternativas que possibilitem ao setor pecuário produzir alimentos que atendam à demanda protéica do rebanho ou reduzam a quantidade de concentrados na dieta. Sabe-se que, em geral, as gramíneas tropicais não atendem às necessidades nutricionais de animais em fase de crescimento e, por essa razão, a alimentação destes deve ser suplementada principalmente no tocante à proteína bruta. E, ainda, a suplementação do rebanho embasada na produção de fonte protéica produzida na propriedade pode ser empregada para minimizar também os efeitos sazonais sobre a disponibilidade de forragem, visando manter a produtividade zootécnica durante todo o ano. Dessa forma, torna-se imprescindível realização de pesquisas para avaliar alimentos volumosos alternativos de baixo custo e com boa qualidade nutricional. Uma estratégia pode ser a ensilagem das gramíneas associadas com planta forrageira rica em proteína e, neste contexto, a amoreira pode ser uma alternativa interessante. Saiba mais...

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